AILUM: CENTRIFUGADORA-MUNDO

O brasileiro Marano, baixista d’A Banda Mais Bonita da Cidade e ex-integrante da Terminal Guadalupe, Charme Chulo e Humanish, mostrou recentemente o seu primeiro disco solo assinando como Ailum. O disco chama-se Quem Me Salvará Sou Eu e e é, de acordo com o próprio, uma “junção de experiências e influências, refletindo pluralidades étnicas e culturais”, misturando “Brass band com Baião, Dub com música indígena, batidas eletrônicas com canção de raiz”. Podem ouvir o disco do início ao fim aqui em baixo.
Pra sua lista de melhores discos nacionais do ano: Ailum – Quem Me Salvará Sou Eu

Projeto tem várias participações especiais e registro empolgante. Por Marcos Xi Ailum é um projeto-banda de um homem só mas com os amigos do Marano, baixista d’A Banda Mais Bonita da Cidade e ex-Terminal Guadalupe, Charme Chulo, Humanishe outros. O músico tem uma larga bagagem e já trabalhou também com Roy Cicala(John Lennon, Madonna, Elvis) e Carlos Trilha (Legião Urbana, Marisa Monte, Ana Carolina). “Quem Me Salvará Sou Eu” tem dedo do Victor Rice, Buguinha Dub, Lemoskine e participações da Uyara da Banda Mais Bonita, do Tuyo (Lilian e Layane), índios da tribo Fulni-ô e vários outros amigos, juntando boa parte da cena curitibana em um único projeto. Pra quem curte Otto e Curumin é um prato cheio, dos melhores e mais saborosos. São 11 faixas inspiradas, com temas internos e diversos embaladas em grooves regionais, africanos e modernidades que dão uma chama diferente ao som. Um retrato interessante de um brilhante músico e suas visões de mundo e experiências vividas. Ailum – Quem Me Salvará Sou Eu
CONHEÇA: AILUM

Ailum é Marano, e Marano é o cara que conhecíamos como baixista no grupo A Banda Mais Bonita da Cidade. Digo “conhecíamos” porque agora há uma nova classificação para ele: Dono de uma das maiores surpresas deste fim de ano. Seu disco Quem Me Salvará Sou Eu saiu nesta semana, com um clima de obra feita entre amigos (seus companheiros de Banda são alguns dos muitos músicos presentes na obra, Lemoskine e Tuyo são alguns dos nomes que também aparecem nos créditos) sob produção de Du Gomide, misturando aspectos orgânicos com eletrônicos, um quê meio folclórico e uma dose interessante de autobiografia aqui e ali. Pode vir com sede ao pote, porque há muito o que ser ouvido por aqui – uma obra de grande personalidade com destaque para as belas escolhas de timbres.
Marano lança projeto Ailum e mostra seu primeiro disco solo

Após trabalhar com Roy Cicala (John Lennon, Madonna, Elvis) e Carlos Trilha (Legião Urbana, Marisa Monte, Ana Carolina), o músico paranaense Marano (baixista d’A Banda Mais Bonita da Cidade e ex-integrante da Terminal Guadalupe, Charme Chulo e Humanish) lança seu primeiro projeto solo, Ailum, apresentando o álbum “Quem Me Salvará Sou Eu”. No disco, Marano expõe com honestidade comovente seu universo mais íntimo. O grito ecoa sempre na direção do amor, não como um clichê, mas como algo urgente, como o melhor ou único caminho a ser seguido. É uma ode ao respeito, à liberdade e claro, ao amor. O nome do álbum vem de uma história de família. Em meados dos anos 70, o pai de Marano mudou-se de Recife-PE pra Rolândia-PR. Durante uma festa na cidade, Dominguinhos (que era o convidado especial) improvisou um tema na sanfona. No dia seguinte, Seu Terto (pai de Marano) convidou seus conterrâneos (Dominguinhos e banda) pra um almoço em família. Nessa tarde, José Domingos de Morais disse que o tal improviso seria gravado e lançado como “Forró em Rolândia”. Décadas depois, ao fuçar em vinis antigos, Marano encontrou a música no disco “Quem Me Levará Sou Eu”. “Escolhi o título do meu álbum, não só como homenagem a Dominguinhos e aos meus, mas também porque representa uma vontade própria de renascimento” explica Marano. O disco é uma junção de experiências e influências, refletindo pluralidades étnicas e culturais. As composições ousam na mistura de banda de metais com Baião, Dub com música indígena, batidas eletrônicas com canção de raiz. O registro tem 11 faixas e conta a participação de vários músicos, entre eles Taká Owê Fulni-ô e Thaydjo Owê Fulni-ô, da tribo indígena pernambucana Fulni-ô, Uyara Torrente (A Banda Mais Bonita da Cidade), Lilian e Layane Soares (Tuyo), o trio de metais Bananeira Brass Band, e Yasmin Torrilhas, Luisa Morozowicz e Giovana Trevisan do Coral Curumim. “Quem Me Salvará Sou Eu” foi produzido por Du Gomide, com exceção de “Nossa Força” (Carlos Zubek) e “Mana” (Rodrigo Lemos). As gravações ocorreram entre agosto de 2014 e agosto de 2017 em Curitiba, Morretes, Londrina e Antonina no Paraná. A mixagem é assinada por Buguinha Dub, Victor Rice, Du Gomide e Rodrigo Lemos. Já a masterização leva o nome de Fernando Sanches (El Rocha). Todas as faixas foram compostas por Marano, com exceção de “Ywek´detsahe”, dele com Taká Owê Fulni-ô, e “Recomeço”, feita ao lado de Du Gomide. A direção artística e musical ficou por conta de Marano. O trabalho está disponível em todas as plataformas digitais para audição. https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLf114jyFTRYZlhi1vgQGwct5H40l121-F
A Banda Mais Bonita Da Cidade – De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo

Banda paranaense entrega um belo terceiro álbum Por: Carlos Eduardo Lima | 16 de junho de 2017 | Share Array Ano: 2017 Selo: Independente Estilos: Pop Alternativo, Rock Alternativo, Folk Alternativo Duração: 38:01 Nota: 8 Produção: Vinicius Nisi O simpático coletivo curitibano está de volta com disco novo, o terceiro de sua carreira. De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo é mais um álbum no qual A Banda Mais Querida Da Cidade mostra seu talento e competência para assumir certo protagonismo na “cena Pop” brasileira. Coloco o termo entre aspas porque me pergunto o que seria isso hoje em dia. Certamente não seria nada contido ou proporcionado pela grande mídia, que obliterou a música jovem feita no país e a restringiu a dois gêneros, ambos criados por ela mesma como quem faz um pacote de macarrão instantâneo e vende como comida saudável. Tudo que está fora deste escopo restrito e artificial, simplesmente não existe para um número bem grande de pessoas. Gente que poderia, sim, se encantar com belas canções, arranjos competentes e qualidade de gravação, tudo o que está presente neste bonito trabalho. Vemos maturidade por todos os cantos do álbum, ainda que saibamos que o grupo tem lenha pra queimar e estrada pra percorrer. A produção, a cargo do tecladista Vinicius Nisi, repetindo o posto do álbum anterior, é sóbria, segura e confere um talhe clássico para melodias lentas, que tentam privilegiar arranjos legais e letras personalíssimas, grande sacada dos sujeitos desde que surgiram há seis anos. Além disso, A Banda vem com algumas boas versões de canções alheias, fazendo como reza o Manual Dourado das Covers e Versões, no qual está escrito que um grupo deve fazer este tipo de gravação apenas quando tiver algo a acrescentar ao original ou quando for tomá-lo pra si. Do contrário, óbvio, já existe a primeira gravação, certo? Pois bem, aqui as coisas funcionam a favor também neste quesito, fazendo tudo fluir agradavelmente. A prateleira de versões mostra uma opção nítida por composições atuais, abrindo mão do clássico padrão de revisita de outros tempos. Se formos pensar no tempo e em sua passagem como um tema conceitual para o álbum, tal apropriação se faz de forma bem sutil. Um bom exemplo é justo a escolha desses tempos lentos para alguns dos arranjos, criando bem estruturadas melodias. A partir disso, não importa muito se as composições são de outros ou da própria banda, tudo soa uniformizado neste padrão elegante. Tal movimento pode soar arriscado e levar o álbum para algum tom de monotonia, mas isso não acontece. Um bom exemplo é a ótima Suvenir, de Ian Ramil, que ganha uma roupagem bela, com especial destaque para o vocal de Uyara Torrente, que se divide entre o sofrimento e a doçura, conseguindo um belo efeito. Em A Pé a Banda assume influências que vêm de fora, especialmente de gente como Band Of Horses, com aquele Folk de guitarras harmoniosas e ascendência quase progressiva. Funciona. A lentidão intencional da faixa de abertura, Inverno (com um belo instrumental que vai ganhando força à medida que a canção se instala) contrasta com uma abordagem mais vigorosa e próxima de uma MPB alternativa, caso da melhor gravação do álbum, a versão para a clássica Trovoa, de Maurício Pereira, que voa alto por aqui, ainda que o original e a leitura de Metá Metá, feita em 2011, sejam imbatíveis. Outros destaques vão para Bandarra (de Tibério Azul), A Geada, cujo arranjo retrata em música a sensação de olhar para um campo coberto de orvalho congelado de manhã e a sincera revisão de A Dois, de Los Porongas, todas redondas e no lugar certo em termos de intensidade, performance e efeitos. Com este álbum, não que fosse preciso, A Banda se posiciona como protagonista dessa música nacional subterrânea, rica, bem feita e consistente. (De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo em uma música: Trovoa)https://www.youtube.com/embed/LPTFKyJHOrE
A Banda Mais Bonita Da Cidade – De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo

Banda paranaense entrega um belo terceiro álbum Por: Carlos Eduardo Lima | 16 de junho de 2017 | Share Array Ano: 2017 Selo: Independente Faixas: 9 Estilos: Pop Alternativo, Rock Alternativo, Folk Alternativo Duração: 38:01 Nota: 8 Produção: Vinicius Nisi O simpático coletivo curitibano está de volta com disco novo, o terceiro de sua carreira. De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo é mais um álbum no qual A Banda Mais Querida Da Cidade mostra seu talento e competência para assumir certo protagonismo na “cena Pop” brasileira. Coloco o termo entre aspas porque me pergunto o que seria isso hoje em dia. Certamente não seria nada contido ou proporcionado pela grande mídia, que obliterou a música jovem feita no país e a restringiu a dois gêneros, ambos criados por ela mesma como quem faz um pacote de macarrão instantâneo e vende como comida saudável. Tudo que está fora deste escopo restrito e artificial, simplesmente não existe para um número bem grande de pessoas. Gente que poderia, sim, se encantar com belas canções, arranjos competentes e qualidade de gravação, tudo o que está presente neste bonito trabalho. Vemos maturidade por todos os cantos do álbum, ainda que saibamos que o grupo tem lenha pra queimar e estrada pra percorrer. A produção, a cargo do tecladista Vinicius Nisi, repetindo o posto do álbum anterior, é sóbria, segura e confere um talhe clássico para melodias lentas, que tentam privilegiar arranjos legais e letras personalíssimas, grande sacada dos sujeitos desde que surgiram há seis anos. Além disso, A Banda vem com algumas boas versões de canções alheias, fazendo como reza o Manual Dourado das Covers e Versões, no qual está escrito que um grupo deve fazer este tipo de gravação apenas quando tiver algo a acrescentar ao original ou quando for tomá-lo pra si. Do contrário, óbvio, já existe a primeira gravação, certo? Pois bem, aqui as coisas funcionam a favor também neste quesito, fazendo tudo fluir agradavelmente. A prateleira de versões mostra uma opção nítida por composições atuais, abrindo mão do clássico padrão de revisita de outros tempos. Se formos pensar no tempo e em sua passagem como um tema conceitual para o álbum, tal apropriação se faz de forma bem sutil. Um bom exemplo é justo a escolha desses tempos lentos para alguns dos arranjos, criando bem estruturadas melodias. A partir disso, não importa muito se as composições são de outros ou da própria banda, tudo soa uniformizado neste padrão elegante. Tal movimento pode soar arriscado e levar o álbum para algum tom de monotonia, mas isso não acontece. Um bom exemplo é a ótima Suvenir, de Ian Ramil, que ganha uma roupagem bela, com especial destaque para o vocal de Uyara Torrente, que se divide entre o sofrimento e a doçura, conseguindo um belo efeito. Em A Pé a Banda assume influências que vêm de fora, especialmente de gente como Band Of Horses, com aquele Folk de guitarras harmoniosas e ascendência quase progressiva. Funciona. A lentidão intencional da faixa de abertura, Inverno (com um belo instrumental que vai ganhando força à medida que a canção se instala) contrasta com uma abordagem mais vigorosa e próxima de uma MPB alternativa, caso da melhor gravação do álbum, a versão para a clássica Trovoa, de Maurício Pereira, que voa alto por aqui, ainda que o original e a leitura de Metá Metá, feita em 2011, sejam imbatíveis. Outros destaques vão para Bandarra (de Tibério Azul), A Geada, cujo arranjo retrata em música a sensação de olhar para um campo coberto de orvalho congelado de manhã e a sincera revisão de A Dois, de Los Porongas, todas redondas e no lugar certo em termos de intensidade, performance e efeitos. Com este álbum, não que fosse preciso, A Banda se posiciona como protagonista dessa música nacional subterrânea, rica, bem feita e consistente. (De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo em uma música: Trovoa)
Ceci Iaraê: ficou em oitava posição entre as cem melhores músicas do portal Melhores da Música Brasileira.

Melhores da Música Brasileira / por Ed Félix Além dos melhores discos de 2017, agora você confere uma playlist especial com 110 músicas que merecem destaque. Exclusivamente para esta lista, também foram considerados EPs e singles lançados ao longo do ano. São mais de seis horas de música! Ouça a playlist no perfil do Embrulhador no Spotify ou pela caixa abaixo. 1 – Todo Homem – Zeca Veloso2 – Eu Preciso de Você – Vanguart3 – Romântica – Yangos4 – Meu Pai – Guinga e Quarteto Carlos Gomes5 – Fogueira Doce – Mateus Aleluia (Indisponível no Spotify)6 – As Curvas da Estrada de Santos – Laila Garin e a ROda7 – Que Estrago – Letrux8 – Ceci Iaraê – Ailum9 – Canção de Engate – Filipe Catto10 – Nêgo Roque – OQuadro e Bnegão 11 – A Sua Culpa – Ops12 – Sistema Solar – Vitoru Kinjo13 – Te Amo Disgraça – Baco Exu do Blues14 – Angústia – Primavera nos Dentes15 – Te Mete, Parça! – Zé Pereira16 – Concreto, Amor e Canção – Túlio Borges e Ana Reis17 – Dia Preto – Ylana18 – Vão – Felipe S.19 – Pássaro Prata – Giovani Cidreira e Josyara20 – Flores na Cabeça – Kali 21 – Lek Lover – Negro Léo22 – Maria – Wandi Doratiotto, Danilo Moraes e Swami Jr.23 – Quando Chegar – Kafe24 – Tucum – Luiza Lian25 – As Caravanas – Chico Buarque26 – Cobra – Far From Alaska27 – Canção da Bruxa – Sofia Freire28 – M&M’s – Luca Argel29 – Não Perturbe – Malli30 – Não Se Vá – Cicero 31 – Rastro de Pó – Tagua Tagua32 – Vai e Vem – Mallu Magalhães33 – Olha o Fado – Couple Coffee34 – Ideal – Emicida, Rael, Capicua e Valete35 – Ladainha – Juliana Kehl36 – Cara – Bruno Cosentino37 – O Jeito – Flora Matos38 – Maré – Marina Pittier39 – Esc (Caverna Digital) – Scalene40 – Aliança – Tribalistas 41 – Fulano – Flor de Aguapé42 – Pensando Nele – Momo43 – Aquela Força – Maglore44 – CMG-NGM-PDE – Nana45 – Game – Tulipa Ruiz46 – Insatiable – Domenico Lancellotti47 – Vamos Embora – Natália Matos48 – Despertador – Nina Becker49 – Em Nome de Quem – Corte50 – Tanto Faz – Tim Bernardes 51 – Crush – Simona Talma52 – Tomate – Biltre53 – Reflexões – Lucas Estrela54 – Coragem – Castello Branco55 – Por Acaso – Iasi Iaco56 – Um Doido Caso – As Bahias e a Cozinha Mineira57 – Amargurado – Pássaro Vadio58 – Perdição – Josyara59 – Modo Avião – Lucas Santtana60 – Litoral – Rubinho Ribeiro 61 – Anti-Herói – Daniel Medina62 – Faca – Rédea Solta63 – Nave – Xenia França64 – Capim Guiné – BaianaSystem65 – A Lince – Do Amor66 – Eu Sou uma Árvore Bonita – Luedji Luna67 – Búfalo – Pratagy68 – Compressa – Laura Petit69 – Comece um Incêndio – Phillip Long70 – K.O. – Pabllo Vittar 71 – Injeção – 2de172 – Fantasiando – Moxine73 – Revertério – Astralplane74 – O Ficar e o Ir da Gente – Plutão Já Foi Planeta75 – Boca Cheia – Curumin76 – Absurdo 8 – Rodrigo Campos, Juçara Marçal e Gui Amabis77 – Jogo do Bicho – Posada e o Clã78 – Dança – Rafael Morais Trio79 – 1986 – Luiz Gabriel Lopes80 – Atravesso – Rico Ayade 81 – Fica Fácil Assim – Bel82 – Pra Ti Vê – Tamy83 – Desempena – Almério84 – Pulsa – Sarah Abdala85 – Jardim – Luis Otávio e Ana Camelo86 – Eu Me Cuido – Aline Lessa87 – Estar Vivo é Bom – Lau e Eu88 – Garupa – Luana Carvalho89 – Understand, Man – Young Lights90 – Dança de Doido – Bratislava 91 – Às Vezes – Antonio Carlos Tatau92 – Forródobracim – Menage93 – Eu Não Te Amo – Don L94 – Infame – Mareike95 – Menino de Ninguém – Paulo Neto96 – Dança – Jullie97 – Papel Sulfite – Danilo Moralles98 – Preta – Fabriccio e Tássia Reis99 – Dona Rita de Quevedo – Cris Braun100 – Receita Rápida – Anelis Assumpção 101 – Nó – Ekena102 – Tocaia – Black Mantra103 – Lugar – Pirombeira104 – São Paulo Não é Sopa – Aláfia105 – Conselho do Bom Senso – Tuyo106 – Corpo Solto – Soledad107 – A Máquina do Ontem – Zimun108 – Neide Candolina – Luciana Oliveira109 – Não Me Deixa – Cauê110 – Pássaros – Victorino
Prêmio Profissionais da Música promete edição de sucesso em 2017
A premiação já conta com recorde de inscritos em relação a edições anteriores e traz nomes de destaque para a capital federal postado em 09/02/2017 18:22 Em abril, ocorre a 3; edição do Prêmio Profissionais da Música (PPM). O evento acontecerá entre os dias 28, 29 e 30 de abril no Cota Mil Iate Club. Idealizado por Gustavo Ribeiro de Vasconcellos, o PPM também conta com workshops, talkshows, showcases, mostra de documentários musicais, rodada de negócios e exposição fotográfica para apreciação do público. Após um total de 1309 inscritos, 385 foram convocados para a semifinal. Entre os candidatos ao prêmio, estão nomes de reconhecimento da música brasileira, como Hamilton de Holanda e Clarice Falcão, além de vários outros nomes nacionais e internacionais. Os semifinalistas foram indicados em 53 categorias subdivididas nas modalidades criação, produção e convergência. Para a próxima, e última fase, o público deverá votar nos candidatos preferidos através do site www.ppm.art.br, entre os dias 9 e 19 de fevereiro. Por fim, os grandes vencedores do prêmio serão definidos pelo voto decisivo do júri. O Distrito Federal participa em peso do prêmio, com 19 semifinalistas em criação, 9 em produção e 18 em convergência. Prova de que Brasília tem diversidade e qualidade em seu cenário musical. ;A capital marca presença em categorias como hip-hop, produtor musical, blocos de carnaval e projeto especial educativo, por exemplo;, enumera Gustavo, idealizador do PPM. Com edições passadas de êxito, que contaram com participações especiais de grandes nomes da música nacional, como Sandra de Sá e Roberto Menescal. A edição deste ano começou batendo recordes, com quase o dobro de inscrições de 2016 e promete ser inesquecível.
Humanish lança EP inspirado na África

A banda Humanish lançou recentemente o EP Benin, seu primeiro trabalho com a nova formação, que traz o baterista Tiaguera Nunes ao lado de Marano (guitarra e voz) e Allan Yokohama (guitarra barítono e voz). O terceiro título do trio que lançou seu álbum de estreia, homônimo, em 2011, e o EP Ruas de Jasmim, em 2013 volta a apostar em uma sonoridade pesada e melodias orientadas para o pop rock, mas investe em uma temática mais densa ao se inspirar na ancestralidade africana do Brasil. As referências para as letras, todas de Marano, partem do documentário Atlântico Negro Na Rota dos Orixás, de 1998, de Renato Barbieri, que foi ao Benim investigar as raízes africanas e recontar a história da escravidão. Esta questão é tratada na faixa “Árvore do Esquecimento”, que remete a um ritual de apagamento da memória pelo qual escravos eram obrigados a passar antes de embarcarem nos navios. Já “Cabeça Coroada”, que usa um trecho gravado de percussão do Bloco Bafo Quente, de Londrina, celebra a dança, enquanto “Canzoada”, faixa de tom político e de forma mais livre e encorpada com uma progressão instrumental, faz uma metáfora da revolta.Poderoso, o tema escolhido pela banda é inesgotável e sempre pungente. Mas acaba banalizado pela abordagem um tanto elementar e artificial das canções de Benin, que insistem em estilo melódico que pode soar datado apesar do meritório esforço do trio em direção a algum experimentalismo. Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/humanish-lanca-ep-inspirado-na-africa-efcckystjco9p4dvrh6qrhtn2/Copyright © 2025, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.
Humanish planta ‘Árvore do esquecimento’, faixa do vindouro EP ‘Benim’

♪ Grupo paranaense atualmente reduzido a um trio formado por Marano (guitarra e voz), Allan Yokohama (guitarra barítono e voz) e Tiaguera Nunes (bateria), Humanish planta na web Árvore do esquecimento, semente de um dos EPs que o grupo vai lançar até o fim deste ano de 2014. Já disponível para audição no portal SoundCloud e também no YouTube, Árvore do esquecimento é música do EP Benim. O outro EP se chama Brasil. Ambos os discos foram produzidos por Julio Anizelli, no estúdio PlayRecPause, em Londrina (PR), sob a direção artística e musical da Humanish. Os EPs antecedem o lançamento do segundo álbum do grupo, Losna, previsto para 2015 – quatro anos após a edição do álbum de estreia Humanish (2011). Postado por Mauro Ferreira às 02:38 Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest Marcadores: Humanish